quarta-feira, 1 de julho de 2009

PERSEGUIÇÃO PESSOAL OU ... ESQUIZOFRENIA?

A arrogância de algumas administrações hospitalares só encontra paralelo nas minhas memórias de catraio, quando a autoridade era imposta pelo medo e o seu exercício não podia ser discutido.
Outros exemplos surgem, com é o caso do conflito entre duas grandes instituições de Coimbra: os HUC e a FMUC.

O exercício da autoridade pode fazer-se tradicionalmente por uma de duas formas contraditórias, também com resultados diferentes: pelo respeito ou pelo medo. Enquanto o primeiro exige conhecimento e autoridade moral, o segundo fundamenta-se apenas no autoritarismo.
Esta forma de exercício do poder é de facto mais simples e está ao alcance de qualquer um que eventualmente ascenda a uma posição hierárquica, para a qual possa não estar preparado. Então o poder exerce-se de modo autocrárico e quem o questionar é tratado pelo sistema repressivo, uma vez que não conhecem a gestão pelo mérito e pelo seu reconhecimento.

Querem exemplos concretos?
Quando a providência cautelar me fez regressar ao meu lugar de Director de Serviço no CMRRC qual foi a atitude da Adnministração?
- Reduzir a dimensão do Serviço que eu dirigia, nomeadamente retirando-lhe todos os técnicos de Reabilitação (Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais) colocando-os sob a tutela de outro Director de Serviço;
- Colocar-me a fazer permanência todas as sextas feiras à noite (anteriormente efectuadas em regime rotativo);
- Subalternizar a minha Direcção de Serviço, forçando-me a realizar consultas para o Director de outro Serviço e a prestar-lhe vassalagem em plenário de médicos (criado para satisfazer vaidades pessoais?);
- Despejar-me do Gabinete que fora ocupado pela Direcção de Serviço nos últimos 5 anos, sob pretexto de ali irem instalar camas (o que até hoje ainda não aconteceu, 4 meses depois) e reinstalar-me noutro gabinete com 4 m2.
É possível manter esta perseguição fora do CMRRC?

É claro que sim. As comadres defende-se e apoiam-se. Nas minhas funções actuais tentam impedir-me de exercer actividades diferenciadas (que eu próprio criei e coloquei em funcionamento)!
De facto, nalguns sectores fortemente corporativos, É CRIME ter liberdade de pensamento e não dever nada a ninguém.

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